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SONETO À LUA

 

Vinícius de Morais

 

Por que tens, por que tens olhos escuros

E mãos lânguidas, loucas e sem fim

Quem és, que és tu, não eu, e estás em mim

Impuro, como o bem que está nos puros?

 

Que paixão fez-te os lábios tão maduros

Num rosto como o teu criança assim

Quem te criou tão boa para o ruim

E tão fatal para os meus versos duros?

 

Fugaz, com que direito tens-me presa

A alma que por ti soluça nua

E não és Tatiana e nem Teresa:

 

E és tão pouco a mulher que anda na rua

Vagabunda, patética, indefesa

Ó minha branca e pequenina lua!

 

Adoro esse poema, republicá-lo aqui é uma ode a mim mesma e ao belo astro que em simbiose total ao meu ser, me confere minha outra face ou personalidade única.



Escrito por Rafaela às 18h54
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                          Ao ver-Te me apresso

Caio em Sua frente

Despenco ajoelhada

Rendendo homenagem a quem conduz,

A guia  por mim  várias vezes conduzida,

Minha falsa autonomia, Te pedia.

Minha carne ansiosa Te buscava,

Cada  palmo dela tateava para ser tocada por Você

Oh! Senhor de mim.

Aquele que busco rasgar-me em muitas

Cadelas e mulheres sem fim,

Para total satisfação de Ti.

Sou Suas vontades, Seus quereres, Seus desejos.

Me possui e qual vida em mim,

Ensina o que sempre quis conhecer,

Como Te fazer sorrir na minha dor,

Como Te fazer me adestrar,

Me educar,

Me traduzir em únicas palavras

Posse Eterna TuA” .

Desejo maior não há...

 

 



Escrito por Rafaela às 11h57
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